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IA & Agentes

O ecossistema de Copilots [5] - Arvore de decisao: qual plataforma de agente escolher

The Copilot ecosystem [5] - Decision tree: which agent platform to choose

O ecossistema de Copilots [5] - Arvore de decisao: qual plataforma de agente escolher

Fala dataholics! Chegamos no último post da série do ecossistema e, de quebra, no fim de uma jornada longa de Copilot aqui no blog. A gente foi do "criar o primeiro agente" até publicar, governar e entender cada Copilot da Microsoft. Faltava só amarrar tudo num lugar só, e é isso que eu trago hoje: uma árvore de decisão curta pra você nunca mais travar na pergunta "qual plataforma eu uso?".

O que veremos nesse post:

  • As perguntas que resolvem 90% dos casos

  • Cada caminho e onde ele te leva

  • Por que a resposta às vezes é "os dois"


Comece por uma pergunta só

A primeira bifurcação é a mesma do post [1]: você quer usar algo pronto ou criar um agente? Respondida essa, o resto do caminho é rápido. Vou abrir em quatro perguntas que resolvem a grande maioria dos casos reais.


Os quatro caminhos

  • Quer produtividade no Office, resumir e-mail, escrever documento, e todo mundo se beneficia? Microsoft 365 Copilot. Você compra e usa, tem a discussão de licença que eu abri no post [2].

  • Quer ajuda pra escrever código dentro do IDE, do autocomplete ao agente que abre PR? GitHub Copilot, que foi o assunto do post [3].

  • Vai criar um agente rápido, integrado ao M365, mantido pelo time de negócio ou pela TI, sem virar projeto de engenharia? Copilot Studio, que foi a casa da série toda.

  • Precisa de código, modelo próprio, orquestração complexa e escala de produção? Foundry Agent Service, o pro-code que eu comparei no post [4].

Repara que a árvore separa duas coisas antes de tudo: pra quem é (dev, usuário de negócio, maker, engenheiro) e o que você quer (usar ou construir). Acertou essas duas, você já está na plataforma certa.


Quando a resposta é "os dois"

Reginaldo, e se o meu caso cair em mais de um galho ao mesmo tempo?

Acontece direto, e tudo bem. O cenário real quase nunca é escolher um e abandonar o resto. É super comum ter M365 Copilot pra produtividade, agentes no Copilot Studio pros casos do negócio e, quando um deles cresce, o Foundry entrando como motor por trás. A árvore serve pra você achar o ponto de partida, não pra te prender numa caixa pro resto da vida. Escolhe por onde começar, valida, e evolui conforme o problema pede.


RESUMO

  • Comece perguntando: usar pronto ou criar agente?

  • Produtividade no Office, todo mundo usa: M365 Copilot.

  • Ajuda pra escrever código no IDE: GitHub Copilot.

  • Agente rápido e low-code: Copilot Studio.

  • Código, modelo próprio e escala: Foundry Agent Service.

  • Na dúvida entre dois, comece pelo mais simples e evolua. O híbrido é normal.

E assim fecha a nossa longa temporada de Copilot. Foi do primeiro agente criado do zero, passando por knowledge, tools, publicação, governança e agora o ecossistema inteiro na palma da mão. Espero que tenha ajudado a tirar a confusão de "tudo é Copilot" da sua cabeça. A partir da próxima série a gente vira a chave pro lado que eu mais curto, os dados: agentes que conversam com o seu Lakehouse, Genie, Fabric Data Agents e as tais "IQs". Comenta aí qual plataforma a árvore mandou você usar no seu caso.

Referências:

https://learn.microsoft.com/en-us/microsoft-copilot-studio/fundamentals-what-is-copilot-studio

https://learn.microsoft.com/en-us/azure/foundry/agents/overview

Fique bem e até a próxima.

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